O poeta e jornalista Almir Zarfeg resolveu se aventurar pela crítica literária em seu novo livro. Trata-se de “Pré-fácil, pós-fácil & outras facilidades”, que sai pela Ventura Editora e já se encontra em campanha de pré-venda
Almir Zarfeg com exemplar da nova obra “Pré-fácil, pós-fácil & outras facilidades”. Foto: Divulgação
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Leitores teixeirenses e da região, se preferirem, podem adquirir a obra diretamente com o autor e resgatar durante a sessão de autógrafos que vai acontecer em 28 de fevereiro, às 19h, no Campus X da Uneb, em Teixeira de Freitas-BA.
A obra reúne os textos que Zarfeg dedicou a dezenas de autores e respectivas obras nos últimos dez ou quinze anos. São ensaios, resenhas, prefácios, posfácios e orelhas escritos com a intenção de apresentar, apreciar e/ou avaliar a produção literária de personalidades regionais, estaduais e nacionais.
Zarfeg passa em revista a produção de poetas contemporâneos, como Erivan Santana, Cynara Novais, Líria Porto, Rodrigo Starling e Wilmar Silva, bem como romancistas, como Airton Souza, Carla Madeira, Celso Kallarari, Elias Botelho e Lima Trindade.
Contistas e/ou cronistas, como Andreia Donadon, Arolda Figuerêdo, Evaristo Soares, Leonardo de Magalhaens e Luiz Oliani também receberam a atenção zarfeguiana. Andreia Donadon, inclusive, foi apreciada como poeta, cronista, romancista e artista plástica.
Nomes da velha guarda literária e cultural — como Castro Alves, Clarice Lispector, Jorge Amado, Lima Barreto, Rui Barbosa e tantos outros — também foram estudados e analisados.
Enfim, são dezenas de autores e suas obras sobre os quais Zarfeg se debruçou para tentar compreender e, por consequência, emitir um parecer de leitor dedicado e/ou observador atento. A Drummond, por exemplo, dedicou o ensaio “José existencialista?”, a Guimarães Rosa o estudo “Receita rosiana” e a Rubem Braga a carta “Saudoso Rubem Braga”.
Muitos desses textos já foram veiculados virtualmente, através de revistas de literatura e arte, como Germina, Musa Rara, Vida Secreta, Especiaria, Verbo21 e Cronópios (essas duas estão extintas).
“De tanto mexer com o texto, fui levado a refletir sobre o fazer literário, como quem experimenta uma guloseima e, em seguida, é solicitado a dar uma opinião sobre se gostou ou não dela. Ou deixa escapar um involuntário ‘que delícia!’ ou ‘que horror!’. Esse opinar, por vezes, se manifesta espontaneamente, motivado por um querer que não quer, mas acaba já querendo… E toma escrita”, escreveu Zarfeg na apresentação.
“No meu ponto de vista, trata-se de uma profunda imersão feita com sensibilidade, conhecimento teórico e excelência na escrita opinativa”, registrou o editor da obra, Jorge Ventura.
Com suas contribuições para a poesia, prosa e reconhecido por diversas premiações, Zarfeg presenteia o público com este “Pré-fácil, pós-fácil & outras facilidades”, para mostrar que, seja na criação artística ou na reflexão crítica, está sempre pronto para agir através da palavra escrita. Até porque escrever é uma facilidade ou será uma felicidade?
“É fácil: você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final”, ensina Pablo Neruda, citado por Zarfeg. Fonte: Ascom
Almir Zarfeg com exemplar da nova obra “Pré-fácil, pós-fácil & outras facilidades”. Foto: Divulgação
